segunda-feira, 8 de março de 2010
Once - Falling slowly
I don’t know you
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can’t react
And games that never amount
To more than they’re meant
Will play themselves out
Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you have a choice
You’ve made it now
Falling slowly, eyes that know me
And I can’t go back
Moods that take me and erase me
And I’m painted black
You have suffered enough
And warred with yourself
It’s time that you won
Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You’ve made it now
Falling slowly sing your melody
I’ll sing along
sexta-feira, 5 de março de 2010
Conjugação
Para os Homens, o passado, o presente e o futuro serão sempre mais que questões relacionadas com tempos verbais.
Os tempos verbais e a sua diversidade de conjugações estão explicados e impressos nas gramáticas de lingua portuguesa com toda a sua complexidade e lógica, que a há.
Mas existem tempos, que serão conjugados por esses tempos, que estão impressos nos corpos e nas almas, conjugados com outros corpos e almas com toda a sua complexidade e lógica, que nem sempre a há.
Assim se escrevem histórias...
Os tempos verbais e a sua diversidade de conjugações estão explicados e impressos nas gramáticas de lingua portuguesa com toda a sua complexidade e lógica, que a há.
Mas existem tempos, que serão conjugados por esses tempos, que estão impressos nos corpos e nas almas, conjugados com outros corpos e almas com toda a sua complexidade e lógica, que nem sempre a há.
Assim se escrevem histórias...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Histórias
Existem histórias...
...que deveriam ser perdidas
...sonhadas que deveriam ser vividas
...que jamais deveriam ser esquecidas
...que se resumem num livro
...que parecem retiradas de uma película
...que anseiam serem encontradas
Qual é a tua?
Ele e ela
Ela era insegura.
Ele segurava-a.
Mas houve um dia que ele balançou...
E ela não o agarrou.
Ele segurava-a.
Mas houve um dia que ele balançou...
E ela não o agarrou.
terça-feira, 2 de março de 2010
Revolta...
Por vezes parece que a sorte e a maldade caminham lado a lado.
Do lado que quem pouco tem parece que só caem os males do mundo, em cima dos que muito possuem nada tomba e quando isso acontece parecem protegidos pela 'sorte' e tudo de desvanece como se nada tivesse acontecido.
Existe quem acorde de madrugada para ir trabalhar com sono inversamente proporcional ao dinheiro do mês (porque outro não tem) e a estes se exige que cumpram as suas obrigações: pagamento impostos, cumprimento de horários, esforço na execução das suas tarefas, aceitação pelo baixo salário, pelo custo absurdo da habitação...
Compreendam e aceitem?
Não compreendo! Não aceito!
E irei lutar para que esta hipocrisia instalada se desvaneça e todos possam trabalhar e viver e não apenas trabalhar até morrer!
Do lado que quem pouco tem parece que só caem os males do mundo, em cima dos que muito possuem nada tomba e quando isso acontece parecem protegidos pela 'sorte' e tudo de desvanece como se nada tivesse acontecido.
Existe quem acorde de madrugada para ir trabalhar com sono inversamente proporcional ao dinheiro do mês (porque outro não tem) e a estes se exige que cumpram as suas obrigações: pagamento impostos, cumprimento de horários, esforço na execução das suas tarefas, aceitação pelo baixo salário, pelo custo absurdo da habitação...
Compreendam e aceitem?
Não compreendo! Não aceito!
E irei lutar para que esta hipocrisia instalada se desvaneça e todos possam trabalhar e viver e não apenas trabalhar até morrer!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Ovelhas negras
- Dizem que as ovelhas negras são malvadas... e as outras não.
- Então anda meio mundo enganado e outro tanto distraído.
-Porque dizes isso?
- Nunca ouviste falar em descoloração?
Natureza humana
Sismos em vários pontos do mundo
Terramotos em outros tantos
Chuvas intensas que tudo arrastam
Ventos furiosos que tudo leva.
Sismo no que eles sentiram e sentirão
Terra e mortos por todo o lado
Choros intensos, lágrimas de tantas gentes
Violenta se torna a fúria do homem.
A Terra treme
As paisagens mudam
A morte instala-se.
Mas parece que tudo o resto permanece igual.
Terramotos em outros tantos
Chuvas intensas que tudo arrastam
Ventos furiosos que tudo leva.
Sismo no que eles sentiram e sentirão
Terra e mortos por todo o lado
Choros intensos, lágrimas de tantas gentes
Violenta se torna a fúria do homem.
A Terra treme
As paisagens mudam
A morte instala-se.
Mas parece que tudo o resto permanece igual.
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