quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A malta

Existem pessoas que passam pela nossa vida e que simplesmente desaparecem, outras há que fazemos questão que permaneçam... nem que seja uma vez por ano.
Isso acontece com os meus campanheiros e amigos de secundário, e com o mais temivel professor de muitos adolescentes... o de matamética.
Existiu uma lendária turma (e não,não é uma utopia) que primava pelo companheirismo, alegria e, em alguns casos, muita dedicação aos estudos e, na sua maioria, convicção nos seus objectivos.

Quem não se lembra dos nossos passeios e das sua peripécias?


Quem não se lembra das horas passadas a jogar UNO, a contar histórias disparatadas, a rir dos outros e de nós, a falar dos nossos amores e desamores, a estudar para os testes (ok, para alguns isto pode ser uma utopia)...



Quem não se lembra destes momentos? Eu jamais os esquecerei.


(numa aula de matamática, garanto que foi uma excepção professor)

Uns casaram, outros já se divorciaram, outros permanecem solteiros mas bons rapazes. Uns tiveram filhos, para outros é apenas um projecto para o futuro, ou não. Uns moram por cá... outros por lá, outros por aí...

Mas quando nos encontramos, graças ao empenho da nossa Catarina, parece que o tempo não passou e que voltamos a sair de uma qualquer sala de aula e nos dirigimos para o polivalente...

Eu? Continuo um criança! :)
E não vos quero ver crescer... quero vos ver envelhecer! =)




quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Natal

Eu adoro o Natal…
As árvores de Natal de plástico, os presentes, o Pai Natal, o presépio e o intermitente piscar de luzes por todos os lados.
Mesmo que não seja cristão, ninguém consegue escapar ao Natal…Influenciadas pela omnipresença do espírito natalício as pessoas encontram o que de melhor têm em si e partilham com os outros... ou não.

Dizem que o Natal é quando o homem quiser… Gosto de pensar que sim, e que apenas colocámos os adornos nesta data.


Decide

Procura a verdade.
E vive nela...
Ou sem ela.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A pobreza

Num banco de jardim estava sentada a pobreza. De marmita na mão, saco de farrapo ao lado e chuva a embalar. A sua alienação do mundo era tal que nem levantou o rosto para me olhar, nem a mim nem a ninguém. Dianta dela estava tudo o que lhe interessava... a comida.
Depois disso, ela iria levantar-se, levando consigo o seu saco de farrapo e peso da sua existência.
Quando a noite cair e o frio se manisfestar na sua plenitude, irá se encolher num qualquer canto, deste único mundo...
Este mundo que tem como filho a pobreza e como neto a indiferença.

Morte

Hoje a morte bateu à porta.
Lutaram para a deixar do lado de fora
Mas não existe força que lhe resista...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O açucar

Parece que a possivel falta de açucar conseguiu mobilizar mais pessoas do  que os estado de sitio em que se encontra o nosso país...

Será mais fácil arregaçar as mangas para fazer um bolo do que para tentar mudar o rumo desta história...

É provável que sim, mas não vejo prazer algum em comer um bolo se existirem pessoas que nem pão têm... e essa pessoa posso ser eu, podes ser tu...

Afinal, o que é que realmente importa?