quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A visita...
Silenciosa.
Chegou e eu aceitei-a...
Friamente, calmamente...
Pensei que a sua chegada me iria derrubar, mas não.
Mas agora...
Agora que ela cá está, percebo-a melhor.
A ausência é a sua fragância
E entranha-se por toda a parte...
Sinto-a em mim constantemente...
Nas paredes, nos espaços, nos gestos.
Gostaria que ela nunca tivesse chegado.
E não a consigo fazer partir.
E não consigo não a sentir.
E não a consigo fazer partir.
E não consigo não a sentir.
Foto: Catarina Vidal
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Sonho sonhado, nunca vivido
Procuro a terra dos sonhos...
Raios!!!!!!
Parem de me acordar.
Não me torturem com esta constante necessidade de manter os olhos abertos.
Não me queiram manter acordada, nesta realidade eu não existo.
Deixem-me levar pelo sonho que um dia foi escrito
E que eu o quero viver.
Raios!!!!!!
Parem de me acordar.
Não me torturem com esta constante necessidade de manter os olhos abertos.
Não me queiram manter acordada, nesta realidade eu não existo.
Deixem-me levar pelo sonho que um dia foi escrito
E que eu o quero viver.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Pé ante pé
Pé ante pé
Sobre o fio suspenso,
Qual trapezista,
O final do fio é tudo o que deseja...
Que bom seria
O equilibrio entre esse final
E todo o circo à volta criado.
Sobre o fio suspenso,
Qual trapezista,
O final do fio é tudo o que deseja...
Que bom seria
O equilibrio entre esse final
E todo o circo à volta criado.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Mundo do não ver
Vivemos no mundo do não ver.
Não ver a miséria que nos rodeia
há sempre quem esteja pior que nós
Não ver as guerras cobardes que se travam
cujos motivos são camuflados, desconhecidos ou desnecessários
Não ver a arrogância do capitalismo
onde as formiguinhas trabalham para cigarra
Não ver a destrição do planeta
onde cada destruição tem perpetuação incalculável...
Não ver... Não ver nada!
é mais fácil virar a cara para não ver, mudar de canal para não saber, mudar de lugar para nada fazer... mudar de vida sem deixar de sobreviver... e continuar a ser um cobarde.
Não ver a miséria que nos rodeia
há sempre quem esteja pior que nós
Não ver as guerras cobardes que se travam
cujos motivos são camuflados, desconhecidos ou desnecessários
Não ver a arrogância do capitalismo
onde as formiguinhas trabalham para cigarra
Não ver a destrição do planeta
onde cada destruição tem perpetuação incalculável...
Não ver... Não ver nada!
é mais fácil virar a cara para não ver, mudar de canal para não saber, mudar de lugar para nada fazer... mudar de vida sem deixar de sobreviver... e continuar a ser um cobarde.
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